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	<title>Vitória Consultores Associados S/S Ltda</title>
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	<description>Escritório de Contabilidade que atua em diversas especialidades como a Contabilidade Gerencial, Planejamento Tributário, Perícia Cível e Trabalhista, Auditoria e Consultoria Empresarial entre outras, desde 1996.</description>
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		<title>O teste da contabilidade</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 14:21:01 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Adão de Matos Junior O profissional contábil agora, não apenas por opção, deverá seguir o caminho da busca por mais conhecimento, atualização e da qualificação. A Lei 12.249/2010, sancionada em junho deste ano pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União, traz novas regras para a categoria. Além da obrigatoriedade do curso superior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por: Adão de Matos Junior</em></p>
<p>O profissional contábil agora, não apenas por opção, deverá seguir o caminho da busca por mais conhecimento, atualização e da qualificação. A Lei <strong>12.249/2010, </strong>sancionada em junho deste ano pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União, traz novas regras para a categoria.</p>
<p><span id="more-214"></span></p>
<p>Além da <strong>obrigatoriedade</strong> do curso superior em Ciências Contábeis – não poderão ser mais apenas técnicos os profissionais responsáveis por uma empresa – o <strong>CFC </strong>(Conselho Federal de Contabilidade) fará um exame de suficiência, semelhante ao aplicado aos bacharéis em Direito pela <strong>OAB</strong> (Ordem dos Advogados do Brasil) no<br />
intuito de qualificar os bacharéis em Ciências Contábeis a exercerem sua profissão.</p>
<p>Esta nova exigência do exame de suficiência se aplicará para todos os profissionais que <strong>concluírem o curso</strong> <strong>de Ciências Contábeis</strong> e para os <strong>técnicos em contabilidade</strong> <strong>já registrados</strong> no Conselho Regional de Contabilidade – ou <strong>os que venham a fazê-lo até 1o de junho de 2015</strong>, pois os mesmos terão assegurados o seu direito ao exercício da profissão.</p>
<p>A aplicação destas novas exigências para os contadores no Brasil mostra a importância dada pelo governo a esta profissão que desde o final de 2007, com a entrada em vigor da Lei <strong>11.638</strong>, vem passando por várias alterações e normas.</p>
<p>A adaptação ao <strong>IFRS</strong> (International Financial Reporting Standard) trouxe a contabilidade brasileira para globalização de suas informações geradas, ou seja, todos os balanços publicados por empresas instaladas no País serão entendidos em qualquer parte – já que o IFRS é a principal maneira de se apresentar as informações contábeis em todo o mundo.</p>
<p>Como em todas as profissões, para crescer, o profissional tem que adquirir sempre mais conhecimento e ficar atento a todas as mudanças e novidades que surgem e podem, de certa maneira, alterar a maneira de trabalho. Na contabilidade não seria diferente. Com a entrada em vigor da Lei <strong>12.249/2010</strong>, a qualidade dos profissionais contábeis aumentará, e muito. Com isso, a profissão ganhará mais respeito e mostrará a sua importância para o crescimento de país emergente em busca de ser uma nova potência.</p>
<p><strong>Fonte: </strong><a href="http://www.financialweb.com.br/" target="_blank"><strong>www.financialweb.com.br</strong></a></p>
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		<title>Fiscalização eletrônica já começou</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 13:14:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Muito se fala sobre a necessidade de as empresas prepararem-se para atender às exigências do Sistema Público de Escrituração Digital SPED (Contábil e Fiscal), cuja finalidade é constituir um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), bem como de registros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Muito se fala sobre a necessidade de as empresas prepararem-se para atender às exigências do Sistema Público de Escrituração Digital</span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> SPED</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> (Contábil e Fiscal), cuja finalidade é constituir um conjunto de escriturações de documentos fiscais e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(RFB)</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;">, bem como de registros de apuração de impostos referentes às operações e prestações praticadas pelo contribuinte.</span></p>
<p><span id="more-200"></span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Alguns contribuintes têm demonstrado preocupação excessiva sobre como serão utilizados esses dados pelo Fisco. Porém, o que eles não se atentaram é que a Receita Federal do Brasil </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(RFB)</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;">, que atualmente abrange também a arrecadação previdenciária, já possui mecanismos de fiscalização eletrônica há alguns anos, por meio dos arquivos magnéticos da IN 86 (instituído em 2001) e do Manual Normativo de Arquivos Digitais MANAD, atualmente na IN 12/06 (instituído desde 2003).</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Ocorre que, desde o início deste ano, a </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">RFB</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> iniciou um pesado processo de fiscalização trabalhando em duas frentes. A primeira frente realiza visitas às empresas e solicita os arquivos magnéticos </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(IN 86, MANAD, GFIP e Folha de Pagamento)</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> referentes ao período de 2004 </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(tendo como objetivo auditar todos os recolhimentos previdenciários e os possíveis erros de tributação)</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;">. A segunda frente solicita às empresas, em um curto espaço de tempo, os arquivos magnéticos </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(a IN 86 e o MANAD)</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> dos exercícios de 2007 e 2008 </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(com o objetivo de cruzar as informações entre a contabilidade, a Folha de Pagamento e os recolhimentos previdenciários).</span></strong></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Como resultado deste processo, pode-se constatar que algumas empresas não estavam preparadas para estas fiscalizações e em muitos casos foram geradas Notificações e Autuações, algumas delas com valores milionários.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Muitos contribuintes se perguntaram o que poderia ter causado este volume autuações. A resposta é simples, a maioria das empresas desconhecia o assunto e não estava preparada para gerar estes arquivos. A combinação entre a entrega desses arquivos sem a devida análise da consistência dos dados, o tempo insuficiente para gerá-los e o pessoal despreparado para o atendimento e para suprir as solicitações do fisco geraram grandes dores de cabeça aos contribuintes.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Com os arquivos magnéticos em mãos, os auditores fiscais puderam cruzar as informações com facilidade e exigir dos contribuintes as explicações das inconsistências </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">(os principais questionamentos foram derivados de verbas salariais não tributadas ou verbas pagas em desacordo com a legislação).</span></strong></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">A partir deste momento o contribuinte teve duas opções, sendo a primeira concordar com os critérios adotados pelo auditor fiscal e realizar os pagamentos nos prazos estabelecidos e/ou pedir o parcelamento; no caso de o contribuinte não concordar com o auditor, questionar o Fisco por meio de processo administrativo ou judicial.</span></p>
<p><span style="font-family: verdana, geneva;">Diante deste cenário, é de</span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> vital importância</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> que o contribuinte tenha em mente que ele deverá </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">investir não apenas em sistemas e equipamentos</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;">, mas também na </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">qualificação técnica e em treinamento de sua equipe interna</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;">, na comunicação com qualidade entre os departamentos administrativos para que as informações geradas sejam consistentes e, por fim, </span><strong><span style="font-family: verdana, geneva;">realizar verificações periódicas tanto para o atendimento dos aspectos técnicos dos arquivos magnéticos quanto à consistência dos dados extraídos dos sistemas.</span></strong><span style="font-family: verdana, geneva;"> Mantendo estas práticas, o contribuinte poderá evitar problemas com as futuras fiscalizações.</span></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://parana-online.com.br" target="_blank">www.parana-online.com.br</a></strong></p>
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		<title>O custo da burocracia</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 12:52:28 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O País não poderá trilhar o caminho do desenvolvimento sustentado se for incapaz de superar os obstáculos burocráticos com que hoje se defrontam as empresas e os cidadãos. Não por acaso, no índice elaborado pelo Banco Mundial para medir a facilidade de fazer negócios, o Brasil figura na 129.ª posição entre 183 países estudados em 2010. O cipoal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O País não poderá trilhar o caminho do desenvolvimento sustentado se for incapaz de superar os <strong>obstáculos burocráticos</strong> com que hoje se defrontam as empresas e os cidadãos. Não por acaso, no índice elaborado pelo <strong>Banco Mundial</strong> para medir a facilidade de fazer negócios, o Brasil figura na 129.ª posição entre 183 países estudados em 2010. O cipoal burocrático não só dificulta e retarda a execução dos projetos e investimentos das empresas, com impacto negativo em sua competitividade internacional, como tem também efeitos sociais. Os entraves ao bom funcionamento da máquina estatal afetam principalmente os sistemas educacional e de saúde, para citar apenas duas áreas críticas.</p>
<p><span id="more-198"></span></p>
<p>Esta foi a visão ampla que orientou o estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da <strong>Fiesp</strong> sobre os custos econômicos que a burocracia acarreta para o País. Ao estimar esses custos, os técnicos da<br />
entidade utilizaram o PIB nominal per capita para conseguir uma melhor avaliação de seu peso para cada brasileiro. Concluiu-se que, se o Brasil reduzisse em <strong>0,3</strong> ponto porcentual o seu índice de burocracia, chegando ao nível igual ao da média de países tomados como base de comparação, o produto per capita do País passaria a <strong>US$ 9.147</strong> ? um aumento de quase <strong>17%</strong> na média do período <strong>1990-2008</strong>. O custo médio anual da burocracia foi estimado em <strong>R$ 46,3 bilhões,</strong> a preços correntes em <strong>2009</strong>, equivalendo a <strong>1,47%</strong> do <strong>PIB</strong> do ano passado.</p>
<p>O estudo da <strong>Fiesp</strong>, que se baseou em levantamentos próprios e em análises de outras entidades empresariais e de instituições nacionais e internacionais, apresenta outro dado impressionante. A poupança que poderia ser obtida com uma redução da burocracia equivale a <strong>10,1% </strong>do total dos investimentos privados em <strong>2009</strong> e a nada menos do que <strong>300%</strong> dos gastos privados em pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D).</p>
<p>Esse elevadíssimo custo está, em grande parte, diretamente relacionado à <strong>miríade de impostos</strong>, <strong>contribuições</strong> e <strong>taxas</strong> que devem ser recolhidos pelas pessoas físicas e jurídicas, sempre sujeitos à correção monetária em caso de parcelamento e a multas por atrasos. Como os regulamentos são frequentemente confusos e requerem muita atenção, podendo por isso gerar insegurança jurídica, as empresas brasileiras gastam anualmente 2.600 horas de trabalho, em média, somente para fazer o pagamento de tributos. Nas empresas dos países que serviram de parâmetro, essa tarefa toma, em média, 200 horas de seus empregados.</p>
<p>Uma das consequências de tudo isso, como assinala a entidade, é o <strong>estímulo à informalidade</strong>. O processo demorado e custoso de abertura de uma empresa tende a favorecer a economia subterrânea. Além disso, a pesadíssima carga tributária e a complexidade dos regulamentos são um convite à informalidade.</p>
<p>A <strong>Fiesp</strong> apresenta uma série de propostas para a simplificação de práticas burocráticas, em especial a consolidação de procedimentos e regulamentos, para evitar redundâncias e tornar as regras mais claras. Propõe, por exemplo, a <strong>dispensa</strong> de certidões e controles excessivos e a intensificação do uso dos meios eletrônicos. Poderia também ser instituída uma <strong>&#8220;janela única&#8221;</strong>, pela qual os contribuintes pudessem ter acesso a todas as informações necessárias para o cumprimento de suas obrigações tributárias.</p>
<p>São recomendações viáveis e poucas exigiriam modificações na legislação. O estudo evita, porém, mencionar explicitamente a necessidade de uma reforma tributária, sempre adiada, e que poderia, esta sim, reduzir consideravelmente a burocracia. Fique desde logo claro que não estamos nos referindo ao projeto que está sendo <strong>cozinhado em fogo brando no Congresso</strong>, já diluído para atender a grupos de interesse e eivado de erros e impropriedades, no entender de respeitados tributaristas.</p>
<p>São <strong>imprescindíveis</strong> uma <strong>reforma tributária</strong> para valer e um cuidado permanente para evitar que a legislação seja alterada a toda hora, casuisticamente. A sociedade espera que se deixe, enfim, o terreno das promessas vazias e que esta velha aspiração se transforme em realidade.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br" target="_blank">www.estadao.com.br</a></strong></p>
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		<title>Obrigatoriedade do ponto eletrônico eleva custos de micro e pequenas empresas, diz Fiesp</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 12:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulgou hoje (5), em nota, que a obrigatoriedade das empresas instalarem ponto eletrônico traz altos custos, principalmente para as micro e pequenas empresas, devido ao preço elevado dos equipamentos adaptados e dos procedimentos técnicos e operacionais. A obrigatoriedade do ponto eletrônico para as empresas foi determinada pelo Ministério do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo <strong>(Fiesp) </strong>divulgou hoje (5), em nota, que a obrigatoriedade das empresas instalarem ponto eletrônico traz altos custos, principalmente para as micro e pequenas empresas, devido ao preço elevado dos equipamentos adaptados e dos procedimentos técnicos e operacionais.</p>
<p><span id="more-189"></span></p>
<p>A obrigatoriedade do ponto eletrônico para as empresas foi determinada pelo <strong>Ministério do Trabalho</strong> por meio de portaria editada em agosto do ano passado. De acordo com a medida, as empresas teriam até agosto deste ano para instalar os equipamentos.</p>
<p>A <strong>Fiesp</strong> considera ainda que um dos aspectos mais preocupantes da medida é a possibilidade de aumentar a animosidade nas relações de trabalho. O argumento da entidade é que deverão ser criados, com a implantação do sistema de ponto eletrônico, mecanismos de fiscalização e manutenção da regularidade pelo empregador, o que pode ser entendido como um ato de desconfiança por parte das representações sindicais.</p>
<p>A entidade diz também que as regras não serão bem-sucedidas para evitar fraudes e imprecisões nos registros de frequência. Isso porque, assinala a <strong>Fiesp</strong>, o sistema apresenta pontos de alta vulnerabilidade. Além disso, ela<br />
afirma que o mecanismo expõe dados pessoais dos trabalhadores, desrespeitando seu direito constitucional de privacidade.</p>
<p>Na nota, a <strong>Fiesp</strong> pede a suspensão e, se necessário, a revogação das novas regras impostas pelo Ministério do Trabalho. A entidade quer mais tempo para que a indústria, os representantes dos trabalhadores e o governo possam discutir a questão e estudar melhor os impactos da portaria.</p>
<p>O <strong>Ministério do Trabalho</strong> informou que um levantamento feito pela Secretaria de Inspeção do Trabalho mostra que <strong>R$ 20,3 bilhões</strong> referentes a horas extras podem estar deixando de serem pagas aos trabalhadores brasileiros anualmente. Ao deixar de registrar o trabalho adicional de seus empregados, a sonegação à Previdência Social pode chegar a <strong>R$ 4,1 bilhões</strong> e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço mais <strong>R$ 1,6 bilhão</strong>.</p>
<p>Ainda segundo o <strong>Ministério</strong>, a principal intenção do novo controle de jornada de trabalho é impedir que os horários anotados na entrada e saída do expediente de trabalho sejam alterados, como possibilitam alguns programas de computador disponíveis no mercado atualmente. Os novos relógios de ponto devem emitir comprovante da marcação a cada registro efetuado para que os trabalhadores tenham comprovação do horário de início e fim do expediente.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank"><strong>www.agenciabrasil.ebc.com.br</strong></a></p>
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		<title>Planejamento é a alma do negócio.</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 18:37:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Todos os anos, surgem 50 mil novas empresas no Paraná, sendo que 96% são micro e pequenas. O que João não sabia quando virou empresário é que o processo de abertura de um empreendimento começa muito antes de abrir as portas e esperar a chegada dos clientes. Além de saber avaliar resultados, ser organizado e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><span style="font-size: small;">Todos os anos, surgem <strong>50 mil novas empresas no Paraná</strong>, sendo que 9<strong>6% são micro e pequenas</strong>. O que João não sabia quando virou empresário é que o processo de abertura de um empreendimento começa muito antes de abrir as portas e esperar a chegada dos clientes.</span></div>
<p><span id="more-72"></span></p>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="font-size: small;">Além de saber avaliar resultados, ser organizado e perseverante, o futuro empresário precisa planejar e obter números concretos para abrir um negócio com chances de sucesso. Informações sobre clientes (quem são, onde moram, quanto ganham), concorrência (preço e qualidade dos produtos) e fornecedores (preço, qualidade e pontualidade na entrega) são as primeiras a serem investigadas, segundo o coordenador estadual de empreendedorismo do Sistema de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Paraná (Sebrae-PR), Emerson Cechin.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Central Fácil aponta atalhos ao empresário</strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="font-size: small;">A burocracia enfrentada por empreendedores prestes a abrir um negócio pode ser driblada pelo conhecimento compartilhado pela Central Fácil, do Sebrae. No primeiro bimestre deste ano, a iniciativa ajudou na abertura de 188 empresas em Curitiba; total que chegou a 2.525 em 2009. A central reúne serviços de várias entidades, como Junta Comercial do Paraná, Prefeitura, Receita Federal e Corpo de Bombeiros, para facilitar o trabalho de novos empresários.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;">O auxílio é dado a quem tem interesse em abrir empresa ou tornar-se empreendedor individual. Os custos cobrados pela orientação variam de acordo com o tipo do negócio – gratuito (empreendedores individuais), R$ 11 (micro e pequenas empresas), R$ 55 (empresa individual, no nome de uma pessoa) e R$ 90 (empresas com sociedade). Os demais gastos com vistorias e serviços cartorários são pagos pelo empreendedor. Central Fácil: 0800 570 0800.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;">Também é importante ter o dinheiro necessário para investir até que a empresa dê lucros. No planejamento precisam estar gastos fixos com contas e pagamento de funcionários e variáveis, como impostos. “Quem não faz planejamento não sabe quanto precisa vender para cobrir seus custos e pode levar meses para perceber que está tendo prejuízo”, explica o coordenador.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Ajuda profissional</strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="font-size: small;">O passo seguinte do planejamento é pedir ajuda a um contador, responsável por ajudar na questão tributária e no controle dos números da empresa mês a mês. Ainda na parte prática, o advogado tributarista Leonardo Pimentel Orth lembra que, para abrir uma empresa, é preciso providenciar autorizações da Prefeitura, Junta Comercial, Corpo de Bombeiros, entre outras. Isso depende do ramo da empresa. “Uma boa ideia é procurar a Central Fácil, do Sebrae, que reúne todas elas, orienta o empreendedor e deixa o processo mais simples”, aconselha Orth.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Vantagens de ser um empreendedor individual</strong></span></div>
<div><span style="font-size: small;">Quem trabalha por conta própria, não é sócio em outra empresa, tem até um empregado e tem faturamento anual inferior a R$ 36 mil pode ter benefícios registrado como empreendedor individual, conforme a Lei 128/2008. Entre as vantagens estão aposentadoria, auxílios maternidade e doença e isenção de tributos como Imposto de Renda, PIS e Cofins. O empreendedor paga uma taxa mensal de aproximadamente 11% do salário mínimo nacional (cerca de R$ 60) destinada à Previdência Social, ICMS e ISS.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Lei especial para micro e pequenas empresas</strong></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="font-size: small;">Pequenas e micro empresas estão enquadradas nas normas da Lei do Simples Nacional (Lei Complementar 123/2006), que garante regime único de arrecadação de impostos (artigo 13). Estão inseridas no Simples as empresas com receita bruta anual de até R$ 240 mil (micro) e até R$ 2,4 milhões (pequenas). Contudo, nem todos empresários podem abrir empresas pelo Simples &#8212; categorias que exigem registro profissional, como médicos, não podem.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;">O advogado tributarista Maurício Timm do Vale, mestre em Direito Tributário, alerta que não é obrigatório uma empresa estar vinculada ao Simples. “O melhor a fazer é consultar um advogado ou um contador para ver se esta opção é mesmo a melhor para a empresa do ponto de vista tributário.” É nessa categoria que estão enquadradas 99% dos estabelecimentos formais do país, segundo o Sistema de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Paraná, IBGE, Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), Junta Comercial do Paraná e Anuário do Trabalho 2008.</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><br />
</span></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong>Fonte: <a href="http://www.gazetadopovo.com.br" target="_blank">www.gazetadopovo.com.br</a></strong></span></div>
<div style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img class="alignnone size-full wp-image-7" title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></div>
<div><span style="font-size: small;"><strong><br />
</strong></span></div>
<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
 var gaJsHost = (("https:" == document.location.protocol) ? "https://ssl." : "http://www."); document.write(unescape("%3Cscript src='" + gaJsHost + "google-analytics.com/ga.js' type='text/javascript'%3E%3C/script%3E"));
// ]]&gt;</script><br />
<script type="text/javascript">// <![CDATA[
 try { var pageTracker = _gat._getTracker("UA-3646537-9"); pageTracker._trackPageview(); } catch(err) {}
// ]]&gt;</script></p>
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		<title>Nova norma vale também para pequenas e médias empresas, que devem ter aumento de custo com contadores, mas melhora na gestão. IFRS para todos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Apr 2010 09:01:55 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Embora a maioria dos envolvidos ainda não tenha se dado conta, todas as empresas brasileiras terão que seguir, a partir deste ano, o novo padrão contábil vigente no país, que acompanha as normas internacionais chamadas de IFRS. Dentro do termo &#8220;todas&#8221; estão incluídas não apenas as grandes companhias com ações listadas na bolsa paulista, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small;"> <span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"> <span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> Embora a maioria dos envolvidos ainda não tenha se dado conta, todas as      empresas brasileiras terão que seguir, a partir deste ano, o novo padrão      contábil vigente no país, que acompanha as normas internacionais chamadas de </span><strong><span style="font-size: small;">IFRS</span></strong><span style="font-size: small;">. Dentro do termo &#8220;todas&#8221; estão incluídas não apenas as      grandes companhias com ações listadas na bolsa paulista, mas também as      pequenas e médias empresas de capital fechado, que de acordo com o Código      Civil são obrigadas a levantar balanço todos os anos.</span></span></span></span></p>
<p><span id="more-22"></span></p>
<p>O problema é que muitas vezes a legislação anda mais rápido que a realidade.      Segundo o diretor da  <strong><span style="font-size: small;">Associação Nacional dos Executivos de Finanças      Administração e Contabilidade</span></strong><span style="font-size: small;"> (Anefac), Charles Holland, os 417 mil      contadores do país, os 150 mil estudantes de contabilidade e os 72 mil      gerentes de contas dos bancos ainda não estão familiarizados com as novas      normas de contabilidade. E o principal: a maioria dos 5 milhões de      empresários que serão obrigados a usar o novo padrão nos seus negócios não      faz a menor ideia do que seja IFRS nem nunca viu o balanço da sua própria      empresa.</span></p>
<p>&#8220;Será uma mudança tão grande ou maior do que para as grandes companhias,      porque essas últimas têm área financeira própria, enquanto nas pequenas a      contabilidade costuma ser terceirizada&#8221;, afirma  <strong><span style="font-size: small;">Maria Helena Pettersson</span></strong><span style="font-size: small;">,      sócia da área de auditoria da </span><strong><span style="font-size: small;">Ernst &amp; Young.</span></strong></p>
<p>O que se pode dizer diante dessa situação é que pelo menos três coisas devem      ocorrer.</p>
<p><strong><span style="font-size: small;">A primeira</span></strong><span style="font-size: small;"> é que, mesmo com a obrigatoriedade a partir do exercício      de 2010, a adesão ao novo padrão será feita aos poucos e não atingirá tão      cedo boa parte das companhias, já que não haverá mecanismo automático de      fiscalização.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">A segunda</span></strong><span style="font-size: small;"> é que os contadores vão querer cobrar mais caro pelo      serviço que prestam atualmente, já que o trabalho tomará mais horas e ficará      mais sofisticado.</span></p>
<p><strong><span style="font-size: small;">A terceira</span></strong><span style="font-size: small;"> e recompensadora consequência será uma melhora na gestão      das empresas brasileiras de menor porte, que passarão a ter informações mais      consistentes sobre seu desempenho.</span></p>
<p>A obrigação de todas as empresas seguirem o IFRS ocorre de forma indireta.      Isso porque o  <strong><span style="font-size: small;">Conselho Federal de Contabilidade</span></strong><span style="font-size: small;"> (CFC) adotou os      pronunciamentos emitidos nos últimos dois anos pelo Comitê de      Pronunciamentos Contábeis (CPC) e que tiveram como base a norma      internacional.</span></p>
<p>A adoção pelo CFC torna obrigatória a regra para todos os contadores do      país.</p>
<p>No caso das pequenas e médias, não será necessário seguir a versão completa      do IFRS, que tem mais de 2,5 mil páginas. O CPC traduziu, ainda em dezembro      passado, um pronunciamento específico do Conselho de Normas Internacionais      de Contabilidade (Iasb, na sigla em inglês) para as empresas de menor porte,      que tem 225 páginas.</p>
<p>Apesar de mais enxuto, esse pronunciamento simplificado exigirá, por      exemplo, a marcação a mercado de instrumentos financeiros para as empresas      que possuam aplicações. Haverá também necessidade de constituição de      provisão para devedores duvidosos, estoques que estejam parados e passivos      trabalhistas.</p>
<p>Segundo  <strong><span style="font-size: small;">Maria Helena</span></strong><span style="font-size: small;">, da </span><strong><span style="font-size: small;">E&amp;Y</span></strong><span style="font-size: small;">, esse tipo de provisão não era      feita até então porque as empresas seguiam apenas as regras ficais para      fazer o balanço. &#8220;Como essas provisões não são dedutíveis, ninguém fazia&#8221;,      afirma.</span></p>
<p>Segundo  <strong><span style="font-size: small;">Nelson Zafra</span></strong><span style="font-size: small;">, coordenador do grupo de estudos de IFRS para      pequenas e médias empresas do CFC, a grande novidade do novo padrão é      justamente a separação da contabilidade da questão tributária. De acordo com      ele, o Brasil tem um tradição muito legalista, em que o Fisco interfere      muito na contabilidade. &#8220;Estamos vivendo um período de transição e na nova      contabilidade a essência vai prevalecer sobre a forma&#8221;, afirma Zafra.</span></p>
<p>O dirigente do CFC admite que &#8220;ainda vai levar um tempo&#8221; para que todos      entendam que as novas regras contábeis valem para todas as empresas. &#8220;No      primeiro ano deve ter mais problemas. Mas a lei vale para todo mundo e a      regra é para valer&#8221;, diz Zafra, que diz que os 27 conselhos regionais de      contabilidade devem oferecer cursos para adaptação dos profissionais.</p>
<p>Os contadores que não seguirem as normas poderão perder o registro      profissional. &#8220;Não vai haver abrandamento de pena&#8221;, avisa o representante do      CFC.</p>
<p>A dúvida sobre a aplicação da nova norma também passa pela questão de custo,      uma vez que os contadores podem deixar os clientes contrariados ao tentar      elevar o preço cobrado pelo serviço sob o argumento do IFRS.</p>
<p>&#8220;Não tenho dúvida de que vai haver aumento de custo. Não deixa de ser uma      oportunidade para o contador ser mais valorizado&#8221;, diz Zafra, que pondera,      no entanto, que a diferença vai depender da empresa e da relação comercial.      &#8220;Tem casos de maior ou menor complexidade&#8221;, afirma o dirigente do CFC,      argumentando que a questão dos instrumentos financeiros é a mais trabalhosa.</p>
<p>Já para  <strong><span style="font-size: small;">José de Arimatea Dantas</span></strong><span style="font-size: small;">, consultor financeiro do </span><strong><span style="font-size: small;">Sebrae-SP</span></strong><span style="font-size: small;">,      a nova exigência &#8220;não deve trazer muito mais custo&#8221;. &#8220;O ambiente é de livre      mercado. E aí entra não só a qualidade, como também o preço&#8221;, afirma ele.</span></p>
<p>O consultor lembra ainda que a realidade das micro e pequenas empresas está      muito distante da nova exigência. &#8220;É lógico que está errado, porque o Código      Civil manda fazer, mas muita pequena empresa nem faz balanço. Quando ela      precisa, porque vai pedir um empréstimo no banco, por exemplo, o contador      vai e faz&#8221;, diz.</p>
<p>De acordo com Arimatea, nas pequenas empresas a prática de se fazer o      balanço acaba servindo apenas para se apurar o lucro para distribuição do      resultado entre os sócios. Sem essa peça contábil, a empresa só poderia      distribuir o lucro conforme a margem prevista na legislação fiscal.<br />
<strong><span style="font-size: small;"><br />
</span> </strong><span style="font-size: small;"><br />
</span> <span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Por: Fernando Torres, de São Paulo.</span></span></strong></span></p>
<dt style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></dt>
<p><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></span></p>
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<p></body></p>
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		<title>Muda limite para empresa ser grande contribuinte.</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 09:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[O limite para uma empresa ser enquadrada como grande contribuinte passou de receita bruta anual de R$ 65 milhões para R$ 80 milhões. Essas empresas têm fiscalização diferenciada pelo Fisco e respondem por 80% da arrecadação da União. Os novos parâmetros foram publicados nesta quinta-feira (17/12) em portaria do Diário Oficial da União. A informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small;"> <span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"> <span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> O limite para uma empresa ser enquadrada como grande contribuinte passou de      receita bruta anual de </span><strong><span style="font-size: small;">R$ 65 milhões para R$ 80 milhões</span></strong><span style="font-size: small;">. Essas      empresas têm fiscalização diferenciada pelo Fisco e respondem por 80% da      arrecadação da União. Os novos parâmetros foram publicados nesta      quinta-feira </span><strong><span style="font-size: small;">(17/12) </span></strong><span style="font-size: small;">em portaria do Diário Oficial da União. A      informação é da Agência Brasil.</span></span></span></span></p>
<p><span id="more-17"></span></p>
<p>Além da receita bruta anual, este tipo de fiscalização também valerá para      empresas que tenham mais de R$ 8 milhões em tributos atrasados, paguem      anualmente mais de R$ 11 milhões em salários e devam pelo menos R$ 3,5      milhões em contribuições para a Previdência Social.</p>
<p>A nova regra também elevou os limites para definir o acompanhamento      especial, que abrange empresas ainda maiores e tem fiscalização mais rígida.      Agora, estarão enquadradas nesta categoria as pessoas jurídicas com receita      bruta anual superior a R$ 370 milhões, limite R$ 20 milhões maior que o      aplicado neste ano.</p>
<p>Empresas que devem mais de R$ 37 milhões em tributos, paguem anualmente R$      45 milhões em salários e tenham dívidas previdenciárias acima de R$ 15      milhões também fazem parte do acompanhamento especial.</p>
<p>“Essas empresas (com acompanhamento especial e diferenciado) são monitoradas      por um setor específico da Receita, que verifica o recolhimento de tributos      e avisa aos contribuintes quando há qualquer distorção”, explicou o      subsecretário de Fiscalização da Receita,  <strong><span style="font-size: small;">Marcos Vinícius Neder.</span></strong><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p>Segundo a Receita, a medida afetará  <strong><span style="font-size: small;">10.568 empresas</span></strong><span style="font-size: small;"> em todo o país.      Desse total, 8.419 têm acompanhamento especial e 2.149 têm acompanhamento      diferenciado. A diferença entre os dois tipos de acompanhamento, esclareceu      Neder, está na quantidade de auditores que monitoram cada empresa.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Fonte: </span></span><span style="font-size: small;"> </span><a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/" target="_blank"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> www.agenciabrasil.gov.br</span></span></a></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img class="alignnone size-full wp-image-7" title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></span></span></span></p>
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<p></body></p>
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		<title>Adiamento da NFe se dá principalmente por desinformação.</title>
		<link>http://www.vitoriaconsultores.com.br/?p=29</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:09:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista afirma que pequenas e médias empresas não conseguem dimensionar o peso da nova regra em seus negócios As dúvidas sobre as reais vantagens com a implantação da Nota Fiscal Eletrônica têm levado ao adiamento da decisão para muitos empresários ainda não obrigados a aderir ao sistema. Na opinião do coordenador da Comissão do Sistema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small;"> <span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"> <span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> Especialista afirma que pequenas e médias empresas não conseguem dimensionar      o peso da nova regra em seus negócios</span></span></span></span></p>
<p><span id="more-29"></span></p>
<p>As dúvidas sobre as reais vantagens com a implantação da  <strong><span style="font-size: small;">Nota Fiscal      Eletrônica</span></strong><span style="font-size: small;"> têm levado ao adiamento da decisão para muitos empresários      ainda não obrigados a aderir ao sistema. Na opinião do coordenador da      Comissão do Sistema Público de Escrituração Digital </span><strong><span style="font-size: small;">(Sped)</span></strong><span style="font-size: small;"> no      Conselho Federal de Contabilidade </span><strong><span style="font-size: small;">(CFC)</span></strong><span style="font-size: small;">, Luiz Antonio Balaminut,      principalmente as pequenas e médias empresas não conseguem dimensionar o      peso da nova regra em seus negócios, devido à onipresença do Estado na      gestão financeira.</span></p>
<p>“Acredito que um trabalho de marketing convincente, que realce as vantagens      do Sped, com informações claras sobre as desvantagens para quem ficar de      fora, além de fiscalizar e aplicar multa aos que ainda não aderiram, seria o      adequado”, aponta o especialista que julga o adiamento das companhias apenas      como um receio inicial para que elas tenham certeza de que não terão com      problemas futuramente.</p>
<p>Balaminut afirma ainda que a desinformação é uma realidade, mas as empresas      deveriam estar melhor preparadas, em especial sobre legislação e tecnologia.  <strong><span style="font-size: small;">“Se a regra anterior à NFe dava condições de competitividade, com o      acompanhamento rigoroso do Fisco, todas as mercadorias deverão ser      tributadas e os gastos adicionais com impostos, incorporados ao custo do      produto”</span></strong><span style="font-size: small;">, observa.</span></p>
<p>A importância da fiscalização para coibir desvios e permitir uma      concorrência justa se mostra ainda mais evidente com o sistema.  <strong><span style="font-size: small;">“Quanto      maior a penalidade, maior a força para sensibilizar aquelas empresas      propensas a seguir o caminho fácil da sonegação”.</span></strong><span style="font-size: small;"> Para o coordenador, as      empresas devem procurar a adaptação às novas regras o quanto antes para já      estarem preparadas para a malha fina do governo federal.</span></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Fonte: </span></span><span style="font-size: small;"> </span><a href="http://www.financialweb.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> www.financialweb.com.br</span></span></a></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img class="alignnone size-full wp-image-7" title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></p>
<p><span style="color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></span></p>
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<p></body></p>
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		<title>Cuidados na recepção da NF-e.</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 09:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[Em entrevista ao programa Modus Operandi, especialista fala sobre risco de responsabilidade solidária A implantação da Nota Fiscal Eletrônica, um dos três pilares do Sistema Público de Escrituração Digital (Sped), requer preparação não apenas dos emitentes dos documentos, mas também de seus receptores. Em entrevista à FinancialTV, Paulo Sidney Ferreira, da Mastersaf, fala o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: verdana; font-size: xx-small;"> <span style="font-family: verdana; color: #cc0000; font-size: xx-small;"> <span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"> Em entrevista ao programa Modus Operandi, especialista fala sobre risco de      responsabilidade solidária</span></span></span></p>
<p><span id="more-26"></span></p>
<p>A implantação da <strong>Nota Fiscal Eletrônica</strong>, um dos três pilares do      Sistema Público de Escrituração Digital <strong>(Sped)</strong>, requer preparação não      apenas dos emitentes dos documentos, mas também de seus receptores.</p>
<p>Em entrevista à FinancialTV, <strong>Paulo Sidney Ferreira</strong>, da Mastersaf,      fala o que é preciso, em termos técnicos, para a preparação do ambiente.</p>
<p>O especialista citou cuidados especiais que os contribuintes devem ter,      principalmente em relação à chamada responsabilidade solidária: se um      cálculo de tributo for feito incorretamente, não apenas o emissor precisa      prestar contas à Receita Federal, como também aquele que recebeu e validou      as informações.</p>
<p><span style="font-family: verdana; color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;">Fonte: </span> <a href="http://www.financialweb.com.br/" target="_blank"><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"> www.financialweb.com.br</span></a></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img class="alignnone size-full wp-image-7" title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-family: verdana; color: #000000; font-size: xx-small;"><strong><span style="font-family: Verdana; color: #000000; font-size: x-small;"><br />
</span></strong></span></p>
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<p></body></p>
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		<item>
		<title>Receita traz novidades para adesão ao Refis 4.</title>
		<link>http://www.vitoriaconsultores.com.br/?p=14</link>
		<comments>http://www.vitoriaconsultores.com.br/?p=14#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 10:54:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>webmaster</dc:creator>
				<category><![CDATA[Noticias]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO &#8211; O Diário Oficial da União desta segunda-feira (19) publicou a Instrução Normativa 968, com estabelecimentos dos novos requisitos da adesão ao programa de parcelamento do governo, o Refis 4. Dentre os pontos especificados, está a forma de inclusão de débitos decorrentes de três fatores: lançamento de ofício (multa de ofício vinculada, multa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: xx-small;"> <span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"> <span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> SÃO PAULO &#8211; O Diário Oficial da União desta segunda-feira </span><strong><span style="font-size: small;">(19)</span></strong><span style="font-size: small;"> publicou a Instrução Normativa 968, com estabelecimentos dos novos      requisitos da adesão ao programa de parcelamento do governo, </span><strong><span style="font-size: small;">o Refis 4</span></strong><span style="font-size: small;">.      Dentre os pontos especificados, está a forma de inclusão de débitos      decorrentes de três fatores: lançamento de ofício (multa de ofício      vinculada, multa isolada vinculada), compensação declarada à Receita Federal      e liquidação à vista com a utilização de prejuízo fiscal.</span></span></span></span></p>
<p><span id="more-14"></span></p>
<p>Os contribuintes que são obrigados a apresentar declaração de confissão de      débitos (DCTF, GFIP, DSPJ, DIRPF e DITR), devem ser entregues as      correspondentes declarações originais e retificadoras.</p>
<p>Aos que não precisam (contribuinte individual, segurado especial, empregado      doméstico, ocupantes de mandato eletivo, ou responsáveis por obras de      construção civil ou por débitos decorrentes de reclamatória trabalhista), os      débitos deverão ser formalizados junto à Receita por meio dos documentos      especificados.</p>
<p>De acordo com o órgão, em todas as situações especificadas, a formalização      deverá ocorrer até  <strong><span style="font-size: small;">30 de novembro.<br />
</span> </strong><span style="font-size: small;"><br />
</span> <strong><span style="font-size: small;"> </span> </strong> <span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;">Fonte: </span></span><span style="font-size: small;"> </span><a href="http://www.financialweb.com.br/" target="_blank"><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"> www.financialweb.com.br</span></span></a></strong></span></p>
<p style="text-align: right;"><a title="Imprimir!" href="javascript:onclick=window.print()"><img class="alignnone size-full wp-image-7" title="Imprimir!" src="http://www.vitoriaconsultores.com.br/wp-content/uploads/2010/06/impressora_01.gif" alt="" width="32" height="32" /></a></p>
<p><span style="font-size: xx-small;"><span style="color: #cc0000; font-size: xx-small;"><span style="color: #000000;"><strong><span style="color: #000000; font-size: x-small;"><span style="font-size: small;"><br />
</span></span></strong></span></span></span></p>
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